Cemitério da Consolação, dos Protestantes e da Ordem Terceira do Carmo
Inaugurado em 1858 em consequência da promulgação da lei que obrigava as Câmaras Municipais a construírem cemitérios a céu aberto
Inaugurado em 1858 em consequência da promulgação da lei que obrigava as Câmaras Municipais a construírem cemitérios a céu aberto
Meados do século XIX, tem sua importância aumentada pela conservação do seu sítio e sua ambientação paisagística, além da relevância artística de algumas de suas esculturas
Único remanescente do da Casa da Correição, edifício construído em 1825, servindo como cadeia durante as ditaduras, e sendo demolido em 1972, restando somente o arco
Inaugurado em 1953 como homenagem aos bandeiristas paulistas; contexto do movimento da arte modernista e da semana de arte modernista de 22
Construção na década de 1950, para homenagear o soldado constitucionalista da Revolução de 1932
Construção em 1919, com a chegada dos primeiros colonos japoneses na região, para melhor adaptar seus ritos funebres
Júlio Frank foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, professor da Faculdade de Direito e grande incentivador dos movimentos de cunho liberal; seu túmulo encontra-se no pátio da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo