Residência de Marieta Teixeira de Carvalho
Construção remete à segunda metade do século XIX, construído para ser moradia do coronel Teixeira de Carvalho, próspero comerciante
Construção remete à segunda metade do século XIX, construído para ser moradia do coronel Teixeira de Carvalho, próspero comerciante
Data de 1893 e foi utilizada durante muitos anos como cadeia e fórum; com o crescimento da cidade, este edifício tornou-se pequeno demais para a realização das audiências; assim, passa a ser ocupado pela Delegacia de Ensino
Construção em 1899; funcionou até o ano de 1960 e, posteriormente, a estação abrigou uma escola de comércio e, em seguida, o Museu Zequinha de Abreu.
Originou-se de recursos arrecadados da população campineira, no início do século XIX; teve sua construção finalizada em 1883
Bem natural
Júlio Frank foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, professor da Faculdade de Direito e grande incentivador dos movimentos de cunho liberal; seu túmulo encontra-se no pátio da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo
Construído entre 1863 e 1866 pelo capitão João Batista Range.
Construção em 1887; Antonio Carlos de Arruda Botelho, o conde do Pinhal, foi um grande proprietário de terras, ocupou os cargos de juiz de paz e deputado provincial, além de ter sido um grande empreendedor
Construída em 1774, capela dedicada à Nossa Senhora dos Aflitos
Contexto da expansão da economia cafeeira