Conjunto da Estação Ferroviária
Final do século XIX, pertenceu à antiga Estrada de Ferro Bragantina (EFB), constituindo o ponto terminal da linha tronco de empresa
Final do século XIX, pertenceu à antiga Estrada de Ferro Bragantina (EFB), constituindo o ponto terminal da linha tronco de empresa
Construção em 1883, relevante para a história do município e exemplar relevante de seu método construtivo (tijolo queimado)
Final do século XIX, pretencente à Companhia Mogiana de Estradas de Ferro (CMEF) e relevante para o desenvolvimento da região e a expansão das estradas de ferro
Início do século XX, constituem moradias de aluguel para os engenheiros ingleses que trabalhavam nas obras da Estação da Luz e Estrada de Ferro Santos-Jundiaí da São Paulo Railway; relevante para a memória ferroviária da região e para a história da imigração europeia ao país
Início do século XX, apenas em 1976, sob a administração da Secretaria de Segurança Pública, houve substituição do uso, passando a ser ocupado pela Delegacia de Trânsito
Década de 1960, relevante para a preservação da cultura e memória das religiões de matriz africana
Estabeleceu-se no local atual em 1996, relevante para a preservação da cultura e memória das religiões de matriz africana
Década de 1970, relevante para a preservação da cultura e memória das religiões de matriz africana
Década de 1960, relevante para a preservação da cultura e memória das religiões de matriz africana, sendo o primeiro terreiro a ser registrado em Cartório
Início do século XX, remetendo à história do proletário e do trabalho em São Paulo